O tráfego de caminhões no Sacomã, zona sul de São Paulo, preocupa moradores que relatam riscos e perda de sossego. Na Rua Elba, carretas têm dificuldade para manobrar por causa das vias estreitas.
Um morador afirma que, há cinco anos, a região não enfrentava esse nível de tráfego. A passagem de veículos pesados também provoca danos à infraestrutura, segundo os relatos da comunidade.
Nas proximidades das escolas, moradores apontam falta de sinalização adequada e dizem que motoristas não respeitam os pedestres. A situação afeta quem circula pelas ruas do bairro.

Em 24 de outubro de 2026, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que mantém fiscalização regular. Moradores, porém, esperam soluções mais eficazes para os riscos viários e a sinalização.
Carretas enfrentam dificuldade para manobrar na Rua Elba
Na Rua Elba, as manobras das carretas são dificultadas pelo espaço reduzido das vias, conforme os relatos dos moradores. A limitação torna a passagem de veículos pesados um problema para quem circula pelo local.
A comunidade também associa o deslocamento desses caminhões a danos na infraestrutura das ruas. Os relatos apontam que a dificuldade de manobra e os prejuízos à estrutura fazem parte das preocupações com o tráfego no bairro.
O aumento do fluxo relatado por um morador contrasta com a situação de cinco anos atrás, quando, segundo ele, a região não enfrentava esse nível de tráfego. A mudança é percebida pela comunidade junto aos desafios causados pela circulação de veículos pesados.
Falta de sinalização e fiscalização da CET preocupam moradores
Nas imediações das escolas, a comunidade considera insuficiente a sinalização voltada à segurança de pedestres. Uma moradora afirmou que motoristas não respeitam quem atravessa e avaliou que “apenas placas não são suficientes”.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que realiza fiscalização regular na região. A declaração do órgão, porém, não atende à expectativa dos moradores por soluções que considerem eficazes para os riscos viários.
Assim, a reclamação reúne a preocupação com a circulação de pedestres perto das escolas e a cobrança por medidas além da fiscalização informada pela CET. Os moradores seguem relatando apreensão com as condições das ruas do Sacomã.
